Pais, professores, cuidadores e amigos das nossas crianças e adolescentes. Vamos começar a Corrente do Bem? Queremos uma geração de crianças e jovens distantes da Depressão.


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Vamos aprender a amar e acolher nossas crianças e adolescentes?

Tenho provocado nas redes sociais, informações sobre a depressão na adolescência. Entendo como Psicóloga, que o nosso filho ou o amigo do nosso filho já existem muito antes da Baleia Azul, com todas as características comportamentais que teriam ou não tendência, a participar dos 50 desafios. Precisamos desenvolver o comportamento da atenção, do acolhimento , do respeito e promover um ambiente em que eles se sintam pertença, felizes, aceitos e respeitados. Óbvio, não somos ingênuos, que existe um intenção de piorar esta situação. Principalmente, quando um Jogo é feito para alcançar jovens com perfil depressivo e vulnerável. Assim como, muitas famílias poderão já estar passando por isto, sem perceber. E, é isto que estou alertando:

Como vai o nosso filho?
O que sabemos sobre ele?
O que eles sabem, que nós sabemos?
O que eles sabem da gente?
Quais as oportunidades que estamos oferecendo para que sejam e se sintam Pessoas?

“Adolescentes seriamente deprimidos pensam e falam em suicídio, ou chamam  atenção com tentativas de suicídio. De acordo com os especialistas, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens dos 15 aos 24 anos. Para a maioria dos jovens suicidas, a depressão ou outra desordem psicológica têm um papel fundamental.

Em jovens deprimidos, que abusam de álcool ou de drogas, o risco de suicídio é ainda maior. Devido ao perigo real de suicídio, os adolescentes deprimidos devem ser acompanhados para uma mais rápida detecção de pensamentos ou comportamentos suicidas.”

Podem ser sinais e sintomas de depressão nos adolescentes:

tristeza ou desespero;
irritabilidade;
raiva;
hostilidade;
choro frequente;
isolamento;
perda de interesse em atividades;
mudanças nos hábitos de alimentação e de sono;
falta de descanso e agitação;
sentimentos de culpa;
falta de entusiasmo e de motivação;
fadiga ou falta de energia;
dificuldades na concentração;
pensamentos de morte ou suicido.

E vocês, pais de crianças até 12 anos? Mães, principalmente, por favor, mais tempo em casa. Vai chegar um tempo, em que vamos repensar a escola particular, o carro zero, as saídas final de semana… Só para trabalharmos o suficiente para ficarmos em casa com os nossos filhos.

Conselho:

Vamos orar pelas babás, cozinheiras e cuidadoras. Esses sim, que ficam com os nossos filhos, precisam também de lazer, atenção, salário digno. Eles,  enquanto não estamos com os nossos pequenos e grandes tesouros, é que levam a cara da vida e fazem a vida para e com os nossos filhos.


Diretora Pedagógica da Educação Infantil e 1º ano – Escola João Paulo I
Judinara Braz
Psicóloga